Revista Planeta Sindical

Lançada em 2010 a revista Planeta Sindical é um veículo de comunicação que trata prioritariamente das questões ligadas à luta da classe trabalhadora e do movimento sindical por melhores condições de trabalho e valorização profissional. Direcionada especificamente a todas as formas de lutas dos trabalhadores e do sindicalismo, o objetivo de sua publicação é informar sobre todos os acontecimentos do movimento sindical, fazendo a noticia girar até você leitor, com agilidade e clareza dos fatos. Com matriz em Goiânia e filial em Brasília, é editada pela Via Direta Comunicação e dirigida por experientes jornalistas da área sindical e trabalhista do Estado de Goiás e de Brasília, a revista abrange a cobertura de matérias em nível nacional.

segunda-feira, 10 de março de 2014

No dia Internacional da Mulher, quatro jovens são executadas em Goiânia



Quatro jovens foram encontradas mortas no último sábado (8/03) no Morro do Medanha, no Jardim Petrópolis, em Goiânia. De acordo com a Polícia Militar, populares que passavam pela Rua Santa Rita visualizaram os corpos e acionaram a corporação. Ainda não há informações sobre a motivação da chacina.

Ao G1, o tenente-coronel Silva informou que as vítimas, todas do sexo feminino, estão lado a lado deitadas na rua, com ferimentos nas cabeças. Elas ainda não foram identificadas. “Tudo indica que as mulheres foram baleadas, mas só a análise vai apontar se existem outros ferimentos que resultaram nas mortes”, ressaltou.

O policial disse que nenhuma testemunha apareceu, até a manhã desta sábado, para dar pistas sobre o ocorrido. “Elas foram mortas pela madrugada, mas as informações ainda são desencontradas. Pedimos que quem souber de algo, denuncie”, disse.

O local está isolado pela PM para a realização da perícia técnica. O caso será investigado pelo delegado Murilo Polati, titular da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH).


Fonte: G1

Taxa de desemprego feminino diminui em 2013


Caiu a taxa de mulheres desempregadas na Região Metropolitana de São Paulo. É o que aponta estudo da Fundação Seade e Dieese, divulgado quinta (6). Em 2012, o percentual era de 12,5%; em 2013, caiu para 11,7%.
É a menor taxa de desemprego total registrada desde 2004, quando a trajetória de redução teve início. Nos últimos dez anos, o percentual reduziu, ano a ano, de 23,1% em 2003 para os 11,7% de 2013.

Outro aspecto positivo revelado pelo estudo atual é que houve melhora de 0 ,8% no rendimento médio por hora das mulheres, reduzindo a diferença salarial em relação aos homens.

Fonte: Dieese

Centrais querem valorização do salário mínimo até 2023

Centrais querem valorização do salário mínimo até 2023

Marcha das Centrais realizada em março do ano passado As Centrais Sindicais articulam-se para manter, até 2023, a regra de reajuste do salário mínimo: inflação do ano anterior mais crescimento do PIB de dois anos antes. Esse mecanismo vem assegurando a recomposição gradativa do mínimo, que já subiu 72% acima da inflação acumulada (INPC) desde 2003.

Calixto - “A defesa dos ganhos para o salário mínimo é ponto de unidade de todo o movimento sindical e será uma das grandes bandeiras no ato unitário das Centrais, em São Paulo, dia 9 de abril”, adianta à Agência Sindical José Calixto Ramos, presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

CUT - A entidade, encarregada pelo conjunto das Centrais de pedir uma audiência com a presidente Dilma Rousseff, também defende o atual sistema de reajuste, negociado ainda no governo Lula. Vagner Freitas, presidente da Central, afirma: "O salário mínimo é a política social mais importante do governo Lula. É fator efetivo de inclusão social".

Força - O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), relata que, em encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, no final do ano passado, “o ministro falou que está aberto à discussão". Juruna afirma: "Quem mudar de posição não terá nosso voto. O aumento do mínimo distribui renda e aquece o mercado interno".

Ataques - A posição firme do sindicalismo faz frente a seguidos ataques veiculados na mídia por consultores econômicos contrários à valorização do mínimo. Esses mesmos consultores acabam repercutindo posições de setores governistas, e dos rentistas, que, envergonhados de combater o aumento do mínimo, escalam subalternos para fazer o serviço sujo.


sexta-feira, 7 de março de 2014

Maternidade pública de Aparecida de Goiânia está fechada há 6 meses

A Maternidade Marlene Teixeira, única maternidade pública de Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana, está fechada para reforma desde agosto do ano passado. No entanto, as obras foram paralisadas em dezembro após denúncias de fraude na licitação.
As gestantes do município que precisam de atendimento estão sendo encaminhadas para outros hospitais, principalmente na capital. “Eles estão mandando a maioria para o Setor Garavelo. Para mim, vai dificultar bastante”, disse a dona de casa Bruna Rodrigues de Oliveira.
Durante o período de reformas da maternidade, a Secretaria Municipal de Saúde improvisou consultórios em uma casa na Vila Brasília, também em Aparecida de Goiânia. Três médicos trabalham no local em cada turno e fazem acompanhamentos pediátricos e o pré-natal.
De acordo com a secretaria, mais de 300 atendimentos são realizados semanalmente, mas a estrutura não comporta a grande demanda. “Já faz mais de dois meses que eu estou tentando marcar uma consulta, só agora que eu consegui”, reclamou a dona de casa Francine Meireles.
A Secretaria Municipal de Saúde afirma que o contrato de reforma com a empresa ganhadora da licitação foi cancelado por fraudes. “Além de não estarem administrando o serviço como deveriam, eles falsificaram alguns tipos de documento para poder participar da licitação”, afirmou o secretário de Saúde, Paulo Rassi.
Ainda de acordo com o secretário, a prefeitura está enfrentando dificuldades para conseguir retomar as obras da maternidade. “Nós chamamos a empresa que ficou em segundo lugar na licitação, mas ela não quis, pelo fato da obra já ter sido iniciada”, explicou.
Diante desse problema, a secretaria afirma que vai continuar a reforma com materiais de construção e servidores da própria prefeitura.


Fonte: G1

Instituições se unem no combate ao trabalho escravo

 O Ministério Público e os Tribunais Regionais do Trabalho instalados em São Paulo (2ª e 15ª Regiões), o Ministério do Trabalho e Emprego e a Advocacia Geral da União assinaram um protocolo de cooperação com o objetivo de combater o trabalho escravo no Estado.
A ideia é que cada um, em suas atribuições institucionais, torne mais efetivas as ações contra toda forma de exploração infantil por meio do trabalho.

Cerco - O superintendente regional do Trabalho, Luiz Antônio de Medeiros, afirma: “Vamos fechar o cerco contra o trabalho escravo”. Ele lembra ainda que a existência de um sindicalismo forte é peça importante para coibir e erradicar essa prática.


Fonte: MTE

Mulheres ampliam presença no mercado de trabalho


Elas também são maioria nas políticas públicas do governo Nos três primeiros anos do governo Dilma (2011 a 2013), mais da metade dos 4,5 milhões de novos postos de trabalho foram ocupados por mulheres.

A informação é da própria chefe do Executivo no programa de rádio do governo Café com a Presidenta, segunda (3/03), dedicado ao Dia Internacional da Mulher (8 de março). “Foram 2,4 milhões que tiveram suas Carteiras assinadas”, informou Dilma.

A fim de ressaltar as políticas públicas voltadas às brasileiras, Dilma destacou ações do governo. Em sua fala ao programa, ela afirmou que 72% das propriedades da reforma agrária e 93% dos cartões do programa Bolsa Família estão em nome das mulheres. No Minha Casa, Minha Vida, do total de 1,5 milhão de casas entregues até janeiro deste ano, 52% também estão no nome de mulheres.

Outros - A presidente declarou que as mulheres são maioria no acesso às bolsas do ProUni e nos cursos de qualificação profissional do Pronatec.

Dieese – Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese, afirma: “Há um processo de abertura na sociedade, de revisão de conjunto de valores e regras, principalmente a partir da segunda metade do século passado, quando as mulheres começaram a reivindicar direitos com mais força”.

Ele completa: “Há uma clara evolução no sentido de diminuir as discriminações e desigualdades. Por isso, cada vez mais as mulheres ocupam espaço no mercado de trabalho”. Segundo ele, o Dieese publicará estudo anual sobre o tema até o final deste mês.

Qualificação – Já a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2012 aponta outro motivo que também tem contribuído para a mulher avançar. “As mulheres são maioria entre os brasileiros com ensino médio e superior. Enquanto elas estão 15% mais presentes no ensino médio, a diferença chega a 36% no ensino superior. Mais de 8 milhões de brasileiras estudaram mais de 15 anos contra 6 milhões de homens”.

Sindicato dos Jornalistas Angolanos denunciam censura na Rádio Despertar

Jornalista e escritor angolano, Domingos da Cruz. Foto: Divulgação
O jornalista angolano, Elias Fernandes confirmou ter abandonado a apresentação do programa de analise semanal, “Angola e o Mundo” da Radio Despertar, por ter sido proibido de convidar dois analistas, o antigo deputado da bancada parlamentar da Unita Makuta Nkondo e o escritor e jornalista Domingos da Cruz, por alegadamente criticarem as falhas do partido do galo negro.

Domingos da Cruz disse sentir-se surpreso com a decisão contra a sua pessoa mas lembra ter ouvido falar de censura na Rádio Despertar, em 2012 e 2013 quando os jovens manifestantes tentaram criticar o partido de Jonas Savimbi, no programa Zuela que era apresentado naquela rádio.

Por seu lado, o secretario geral adjunto do Sindicato dos Jornalistas Angolanos Teixeira Cândido disse ter recebido diversas queixas sobre a censura naquela emissora e condena o facto de a Rádio Despertar optar por esta prática.

Em defesa, o Director Geral da Rádio Despertar Emanuel Malaquias disse não haver qualquer acto de proibição de sua parte ou qualquer censura.


Fonte: VOA