Revista Planeta Sindical

Lançada em 2010 a revista Planeta Sindical é um veículo de comunicação que trata prioritariamente das questões ligadas à luta da classe trabalhadora e do movimento sindical por melhores condições de trabalho e valorização profissional. Direcionada especificamente a todas as formas de lutas dos trabalhadores e do sindicalismo, o objetivo de sua publicação é informar sobre todos os acontecimentos do movimento sindical, fazendo a noticia girar até você leitor, com agilidade e clareza dos fatos. Com matriz em Goiânia e filial em Brasília, é editada pela Via Direta Comunicação e dirigida por experientes jornalistas da área sindical e trabalhista do Estado de Goiás e de Brasília, a revista abrange a cobertura de matérias em nível nacional.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Fator previdenciário: Garibaldi votou contra e agora muda de posição


Ministro aproveitou eleição na Câmara para fazer lobby pela manutenção integral do fatorO fim do fator previdenciário, fórmula utilizada para calcular a aposentadoria e que causa prejuízos a quem se aposenta abaixo dos 65 anos (homens) e 60 anos (mulheres). “Não dá para acabar com o fator previdenciário de uma hora para outra. Isso seria prejuízo”, afirmou ao 
iG o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho.
Mas a Nova Central pergunta: e os prejuízos para os trabalhadores e trabalhadoras com tempo de contribuição? Não têm importância? Em vez de manter essa anomalia, o que o Governo precisa fazer, com urgência, é o combate à sonegação - de empresários e dos governos -  além de rever desonerações que reduzem os recursos da Previdência.
Mas, como sempre, a conta continua sendo debitada nos prejuízos da classe trabalhadora e o ministro da Previdência anuncia que o governo já começou a articular uma frente de negociação com o Congresso para evitar mudanças na lei do fator.  

Incoerência do ministro Garibaldi: votou pela extinção do fator e, agora, trabalha pela sua manutenção
O então senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), votou a favor do fim do fator previdenciário. Como ministro da Previdência avisa que vai  rever sua posição. Durante a eleição do novo presidente da Casa, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o ministro Garibaldi manteve conversas com parlamentares com vistas à manutenção do fator.
O que é o fator previdenciário
Criado em 1998, no governo |FHC, o fator regula as aposentadorias que são concedidas antes dos 65 anos para homens e 60 anos para mulheres. 
Aposentadorias fora desse modelo são calculadas levando em conta tempo de contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), alíquota paga pelo trabalhador, expectativa de vida e idade no momento de concessão do benefício. Quanto mais jovem o trabalhador, menor o valor da aposentadoria. A medida foi criada para desestimular aposentadorias precoces.
O Planalto criou, em 2009, a Medida Provisória 475/09, reduzindo o benefício de aposentados na faixa dos 65 e 60 anos. 
A Nova Central é favorável à derrubada do fator e lutou por isso, com muitas mobilizações e pressão sobre o Congresso Nacional. Mesmo que as demais centrais sindicais tivessem, na época, aderido a uma mudança no cálculo do fator, a Nova Central manteve a sua posição: para a classe trabalhadora a única solução que interessa é o fim, pura e simples, do fator previdenciário, de acordo com o projeto do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovado em 2010. Mas o ex-presidente Lula vetou a lei. No momento, um das lutas prioritárias da Nova Central é a derrubada desse veto.
O fator previdenciário foi instituído pela lei nº 9.876, de 1999, após a Reforma Previdenciária de 1998. Ele é uma fórmula que leva em consideração o tempo de contribuição do trabalhador, a idade e a expectativa de vida no momento da obtenção da aposentadoria. Pelo mecanismo, quanto menor a idade do segurado na data da aposentadoria e maior a expectativa de sobrevida, menor é o fator previdenciário, o que se traduz em um benefício menor. Quanto mais velho e quanto maior o tempo de contribuição do trabalhador, maior será o valor que receberá a título de aposentadoria.
 Antes da existência do fator previdenciário, um trabalhador com 35 anos de contribuição e 55 anos de idade, que obtivesse o direito de receber R$ 1.000 de aposentadoria por conta dos cálculos de suas contribuições, receberia exatamente esse valor. Com o mecanismo redutor, a aposentadoria hipotética desse mesmo trabalhador cai para R$ 720,00.

Fonte:Agência Nova Central/ com IG 

Sindicato dos motociclistas luta por valorização profissional



“SEM MOTOFRETE BRASÍLIA NÃO ANDA!!” esta foi a bandeira defendida pelo Sindicato dos Motociclistas Profissionais do DF (SINDMOTO-DF), filiado à Nova Central e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres - CNTTT, e a Federação Nacional dos Motociclistas Profissionais do Brasil (FETRAMOTOS), na última sexta-feira (01/02), em frente ao Ministério dos Transportes e do o palácio do Buriti.
O motivo da manifestação teria sido a luta por melhores condições de trabalho, respeito, valorização profissional e salários dignos, além do protesto contra as exigências da Lei 12.009/2009, que exige do condutor desembolsar em média R$ 1 mil, para está em conformidade com as normas. Desta forma a categoria necessitaria de mais tempo para se adequar ao que estabelece o Conselho Nacional de Trânsito (Contran). “O objetivo da categoria é ganhar mais tempo para que as exigências sejam cumpridas”, reitera Reivaldo Alves, presidente do Sindicato dos Motociclistas Profissionais do Distrito Federal (Sindmoto-DF).
Já em resposta a manifestação dos motofretistas, a Associação Nacional dos Detrans (AND) em conjunto com o SINDMOTO-DF, SINDIMOTO-SP, FETRAMOTO e a Nova Central se reuniram nesta terça-feira (05/02), para expor a nova proposta de resolução que será apresentada ao Contran, onde disporá que as fiscalizações pelos DETRANS dos Mototaxistas e Motofretistas irão obedecer a um plano de execução, de acordo com a realidade de cada estado, em que a fiscalização punitiva não poderá ultrapassar o prazo de um ano. 

A próxima reunião ordinária com a presença do Contran será no dia 20/02.

Fonte: Site da Nova Central


 

Planejamento para o dia internacional da mulher

Nesta segunda-feira, dia 04 de fevereiro, na sede da Força Sindical - SP, o Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais reuniu-se para discutir o Planejamento das Comemorações do Dia Internacional da Mulher. Segundo Sônia Zerino, Diretora da Nova Central, foram discutidas ações que serão realizadas no mês de março, em que é comemorado o Dia Internacional das Mulheres. Participaram da reunião as representantes das Centrais: Força Sindical, CGTB. CTB, NCST e UGT. Estiveram presentes também Elizabete Cordeiro e Cátia Laurindo da NCST-SP, dentre outras companheiras das demais centrais.



Campanha de combate à violência e ao tráfico de mulheres

O Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais, não medirá esforços e participará também da “Campanha de Combate à Violência e ao Tráfico de Mulheres”. Acompanhe o andamento da campanha organizada pelo governo federal.

Matéria Agência Brasil:

O Brasil prepara o anúncio de ampliação de uma campanha internacional contra a violência e o tráfico de mulheres. A idéia é anunciar a iniciativa no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março. A proposta é que a ação interministerial seja firmada por meio de parcerias com autoridades de dez países na América do Norte, Europa, Ásia e no Oriente Médio. A escolha dos países foi definida a partir de denúncias que indicam maior incidência de casos.

A diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, a diplomata Maria Luiza Ribeiro Lopes da Silva, disse à Agência Brasil que o objetivo é promover ações que vão além do combate ao tráfico e à violência contra as mulheres, como garantir apoio às necessidades das brasileiras que estão fora do país.

“Queremos expandir o nosso trabalho para todos os países em que há mulheres em situação de risco. Além do tráfico de pessoas, queremos garantir o apoio às mulheres e impedir que os casos de violência continuem”, ressaltou Luiza Lopes.

A diplomata disse que o trabalho da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 Internacional promoveu uma mudança de comportamento das vítimas de violência e tráfico no exterior. Segundo ela, com profissionalismo e paciência, as atendentes conquistam a confiança das mulheres que, em geral, sentem medo de denunciar.
“É um trabalho de formiguinha mesmo. É ouvir com paciência, tempo e muita dedicação para conquistar a confiança das pessoas que ligam para denunciar. Não é fácil contar o que ocorre. É um trabalho de conquista”, destacou Luiza Lopes. “O governo está firme e dedicado para mostrar que há alternativas para essas mulheres que se encontram em situação de risco.”

A diplomata ressaltou que devido ao trabalho da Central de Atendimento à Mulher foi possível desbaratar várias redes de tráfico de mulheres no exterior. Em 2012, o serviço recebeu 80 ligações com denúncias. Do total, 26 telefonemas relataram violência física contra brasileiras no exterior - em 66% houve alerta sobre o risco de morte e em 19% sobre o de espancamento.

No dia 1º deste mês, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, informaram que duas quadrilhas que traficavam brasileiras para serem exploradas sexualmente no exterior foram desbaratadas nos últimos sete meses em decorrência de duas operações da Polícia Federal.

No total, as operações levaram ao resgate de 40 vítimas do tráfico internacional de mulheres, entre brasileiras e estrangeiras, que eram exploradas sexualmente na Espanha. Nesse país, as brasileiras vítimas de violência devem ligar para o número 900 990 055, fazer a opção 1 e, em seguida, informar à atendente (em português) o número (61) 3799-0180.

Em Portugal, devem ligar para 800 800 550, também fazer a opção 1 e informar o número (61) 3799-0180. Na Itália, podem ligar para o 800 172 211, fazer a opção 1 e, depois, informar o número (61) 3799-0180.

O Ligue 180 Internacional foi criado em novembro de 2011. Para o Brasil, o serviço funciona desde 2005 e registra mais de 3 milhões de atendimentos em todo o território brasileiro, segundo a secretaria


Fonte: Site Nova Central

Nova Central, em São Paulo, aponta precariedade do MTE


O Superintendente Regional do Trabalho de São Paulo,  Carlos Frederico Zimermann Neto,  esteve na sede da Nova Central, na capital paulista, hoje, dia 6 de fevereiro.

Ele participou de reunião com o presidente Luis Gonçalves, além dos diretores de finanças,  Elpídio Ribeiro,  e  diretor de comunicação, Nailton Francisco de Souza. 

O superintendente falou que as portas estão abertas para a Nova Central e quer parceria para melhorar resguardar os direitos da classe trabalhadora.

 O presidente Luiz Gonçalves apontou ao superintendente a necessidade de melhorar a estrutura da Superintendência, coma contratação de mais funcionários para o atendimento aos trabalhadores.
 "É preciso fazer concurso público em regime de urgência, pois, a Superintendência está sucateada", disse Luizinho.

Fonte: Agência Nova Central

Parceria em favor dos médicos e em prol da saúde


Durante o Fórum Social Temático em Porto Alegre, José Calixto Ramos, presidente da Nova Central, juntamente com o presidente da Nova Central do Rio Grande do Sul, Valter Souza e o Diretor de Comunicação, Sebastião Soares, estiveram na sede do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul(SIMERS). A intenção do encontro era estabelecer parceria entre a Nova Central e o SIMERS, buscando com isso subsídios para o fortalecimento das lutas, em prol das questões ligadas à saúde.

“Somos uma central que trabalha em favor das mais variadas categorias, ajudando e intercedendo junto ao governo federal, para que veja atendida as inumeras reivindicações das classes trabalhadoras em geral”, esclareceu Valter Souza.

José Calixto explicou rapidamente sobre a Nova Central e a carta de princípios da entidade, que defende a valorização mundial do trabalho, a dignidade humana, a liberdade, o estado democrático de direito, a ética, a igualdade entre outros. “A Nova Central é apartidária, eclética e autônoma. Por ser uma central nova, criada em 2005, temos representatividade em vários estados do Brasil, e por isso, queremos cada vez mais solidificar novas estaduais, e adquirir subsídios suficientes para trabalharmos pela construção de um futuro melhor para todo o povo brasileiro”, disse.
Outra questão tratada na reunião pelo Diretor de Comunicação, Sebastião Soares foi o número crescente de acidentes de trabalho que cresce cada dia mais, sendo necessário com isso, de se estabelecer uma parceria com uma entidade que entenda do assunto, e juntos trabalhar na prevenção por meio da mobilização.

O presidente do SIMERS, Paulo de Argollo Mendes, que ouviu atentamente os dirigentes da Nova Centra analisou a visita como sendo o começo de uma parceria importante junto à categoria que ele representa, enfatizando também sobre a agradável visita e esclarecimento que ele recebeu. “Esta parceria me parece muito importante. Desta forma nos colocamos a disposição para avançarmos nas questões que envolva a saúde”, destacou.

Fonte: NCST

NOVA CENTRAL DE GOIÁS JÁ SE ORGANIZA PARA A GRANDE MARCHA DO DIA 6 - AOS SINDICATOS FILIADOS À NOVA CENTRAL


O presidente da NCST-GO (Nova Central Sindical dos Trabalhadores de Goiás) Mauro Zica Junior, convida a todos os sindicatos e os demais amigos e companheiros para participarem da grande manifestação unificada das centrais sindicais a se realizar no dia 6 de Março. 


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O objetivo desse importante ato é cobrar do governo federal o cumprimento das históricas reivindicações da classe trabalhadora.

Nesta ocasião, dentre outras, serão cobradas as seguintes bandeiras de lutas: fim do fator previdenciário; a instituição da jornada de trabalho de 40 horas; a regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garante negociação coletiva para servidores públicos; a ratificação da Convenção 158 da OIT, que inibe demissão imotivada; o assentamento de 200 mil famílias por meio de reforma agrária; o investimento de 10% do PIB na educação; e a valorização dos trabalhadores aposentados e pensionistas.

DOS ÔNIBUS PARA VIAGEM

A Nova Central Sindical de Trabalhadores de Goiás prepara 20 ônibus para a grande marcha.

Sendo 02 ônibus de trabalhadores Rodoviários,

 02 de trabalhadores da Construção Civil,

02 ônibus de trabalhadores do Turismo e Hospitalidade,

02 ônibus de trabalhadores da policia civil,

02 ônibus de trabalhadores da Guarda Municipal de Goiânia,

02 ônibus de trabalhadores nas indústrias têxtil,

02 ônibus de trabalhadores na indústria extrativista,

02 ônibus de trabalhadores no serviço público municipal de Goiânia,

01 ônibus de trabalhadores no serviço público municipal de Senador Canedo,

 01 ônibus de trabalhadores no serviço público municipal de Anápolis,

01 ônibus de trabalhadores Rodoviários e Servidores Públicos de Luziânia,

 01 ônibus de Diretores da Ncst/GO.

Não perca esta oportunidade de fazermos a diferença

A sua participação nos fortalece ainda mais 

Participem

Os interessados podem entrar em contado nos telefones da FESSPUMG: (62) 3225-3050/ Na NCST-GO: (62) 3241-2620 ou no SINDIGOIÂNIA: (62) 3212-6063. 

A UNIÃO FAZ A FORÇA – JUNTOS VENCEREMOS

Mauro Zica Júnior
Presidente da Nova Central de Goiás

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A importância do sindicato para a classe trabalhadora

 
 Está bem claro que o Sindicato é importante para todas as classes profissionais, pois se trata de uma organização que defende políticas coletivas e que luta pelo progresso dos trabalhadores. Entretanto, ainda existem pessoas que não sabem como ele funciona, nem como exatamente pode beneficiar o trabalhador. Contudo vale ressaltar que, primeiramente, tal entidade significa a força que o trabalhador sozinho não consegue ter, lutando para que os direitos dos trabalhadores sejam cumpridos.

É importante falar de sua importância para que as pessoas possam interagir mais e saber como exigir o que lhe é de direito.  O país está vivendo um momento político cada vez mais agitado com grandes reformas importantes. A sociedade se mobiliza no sentido de alcançar consenso em todos os segmentos envolvidos, representando uma grande chance de ser escrita uma bela página do movimento sindical.

Em regra se caracteriza como forte e atuante quando se destaca não apenas em movimentos sindicais, mas quando reivindica, atende e produz resultados positivos para a categoria que representa, não podendo fazer mais do que a lei determina, devendo fazer tudo que for possível para favorecê-la, buscando os direitos e garantias para que seja sempre beneficiada.

As boas entidades sindicais devem obrigatoriamente defender, e fazer valer, os direito e interesses individuais e coletivos de sua base. Buscando estar sempre informadas e atualizadas, mantendo a união de toda a classe, atitude que trará melhores condições de vida e trabalho a todos seus filiados.

Vale lembrar que a classe trabalhista precisa ter mais participação nos movimentos sindicais, procurando se interessar mais por eles. É natural em qualquer categoria profissional, que os empregadores meçam o poder de negociação do sindicato de trabalhadores na proporção da união e da mobilização de cada categoria profissional.

Se a presença dos empregados for reduzida nas assembleias (os empregadores adotam mecanismos para tomar conhecimento disso), presume-se que a entidade representativa dos trabalhadores se encontra sem poder de reação frente a eventuais recusas patronais em negociar adequadamente. Na maioria das vezes, este fato o inibe no atingimento da manutenção ou do avanço dos direitos em negociação, sendo assim, cada trabalhador deve acompanhar o trabalho e o desenvolvimento sindical.

Também oferecem benefícios aos trabalhadores, reservando alguns direitos aos que são filiados. Ao celebrar convênios, possibilitam uma boa condição e estrutura de vida, nas áreas de saúde, lazer, assessoria jurídica, entre outras.


Sindicalizar-se é mais que participar da sua entidade de classe, é exercer sua cidadania, é valorizar sua profissão e seu trabalho, é lutar por seus direitos já conquistados, ampliando-os. Em resumo, podemos dizer que os trabalhadores encontram no sindicato uma tribuna de expressão pessoal que não seria possível de outra forma. Filie-se e garanta seus direitos de trabalhador.

A UNIÃO DE TODOS PELO MESMO PROPÓSITO GERA ACONTECIMENTOS POSITIVOS PARA GRANDES CONQUISTAS.


Andrelina Covolo